Ferramenta de diagnóstico

Teste de circularidade: trajetória externa do analógico

Gire o analógico pela borda para registrar sua trajetória. O teste calcula a variação dos raios capturados como porcentagem, junto da cobertura e do número de amostras. Complete a volta e repita antes de avaliar. O formato não identifica o sensor nem comprova desgaste.

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Como funciona

Percorra toda a borda

    01

    Conecte seu controle

    Conecte por USB ou Bluetooth e pressione um botão. O teste lê os eixos X e Y do analógico esquerdo pela Gamepad API.

    02

    Leve o analógico até a borda

    Mantenha o analógico esquerdo no limite físico. O cálculo considera apenas amostras com distância do centro superior a 0,85.

    03

    Gire continuamente

    Faça pelo menos duas voltas, nos dois sentidos. O gráfico divide a trajetória em 36 setores e mostra as regiões ainda sem cobertura.

    04

    Conclusão com 95% de cobertura

    O teste termina ao atingir 95% dos 36 setores e pelo menos 300 amostras externas. Há um limite de 15 segundos caso a cobertura não avance.

    05

    Interprete o resultado

    O erro é a diferença entre o maior e o menor raio, dividida pela média, em porcentagem. A linha sobreposta ajuda a localizar trechos achatados, picos e irregularidades.

Entenda os resultados

O que significa a variação dos raios

As faixas do GPADLAB classificam a dispersão neste teste. Elas não identificam desgaste, idade ou tecnologia do sensor. Confira a cobertura e repita a trajetória.

Erro (%)AvaliaçãoO que significa
0 a 5%ExcelentePequena variação dos raios nesta amostra. O resultado não permite identificar o tipo de sensor nem certificar precisão em todas as direções.
5 a 10%BoaVariação relativamente baixa segundo as faixas desta ferramenta. Não representa uma tolerância universal dos fabricantes.
10 a 20%Maior variação dos raiosConfira a cobertura e repita. Movimento, calibração e configuração da saída podem alterar essa faixa.
Acima de 20%Alta variação dos raiosObserve a trajetória e repita com cobertura completa. O valor sozinho não determina a necessidade de substituir o analógico.
Guia prático

Observe a trajetória antes da porcentagem

Três exemplos: borda circular, saída com formato diferente e volta incompleta.
Trajetórias diferentes produzem valores diferentes. Cobertura incompleta e configurações podem alterar o formato.

Complete a volta

Empurre o analógico esquerdo até a borda e percorra todo o contorno com ritmo constante. Confira a cobertura; uma lacuna pode indicar uma região não alcançada.

O cálculo usa a variação dos raios externos capturados. Não mede diretamente desgaste do sensor ou habilidade de mira.

Mais circular nem sempre é melhor no jogo

Os ajustes podem modificar a saída. Um gráfico redondo não identifica sensores Hall nem comprova precisão em todas as direções.

Compare voltas repetidas e os sintomas no jogo. Para entrada indesejada em repouso, use o teste de drift: ele observa outra região do movimento.

Suporte a controles padrão

Controles compatíveis

Funciona quando o navegador disponibiliza o analógico esquerdo. A identificação do controle pode oferecer contexto, mas não comprova o formato físico da borda.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre Teste de circularidade

É a variação dos raios da trajetória externa recebida pelo navegador: maior raio menos menor raio, dividido pela média, vezes 100. Formato físico, calibração, processamento e movimento influenciam a leitura. Zero indica raios iguais nessa amostra, não perfeição geral.

Comandos diagonais e movimentos em arco dependem da resposta direcional. Comparar a trajetória com os sintomas do jogo ajuda a investigar diferenças, mas o gráfico não demonstra sozinho desgaste nem explica toda falha de execução.

É uma guia física com oito lados. Não deduza esse formato apenas pelo identificador do controle ou pelo gráfico: calibração e processamento também podem gerar uma trajetória não circular. A página não inspeciona a peça.

Não existe limite universal para todos os controles e ajustes. Confira a cobertura e repita o teste. Um valor alto não prova desgaste; um valor baixo não identifica o sensor.

Precisamos de amostras ao redor dos 360 graus. São 36 setores, com meta de 95% de cobertura. Uma volta parcial não representa toda a borda. O gráfico mostra os setores pendentes.

Sim. Drift descreve entrada indesejada em repouso; circularidade descreve a trajetória externa. Um centro estável pode coexistir com uma borda irregular. Os resultados precisam ser interpretados separadamente.

O tipo de sensor não determina sozinho a leitura. Calibração e processamento também alteram a trajetória. Consulte a especificação exata para identificar o sensor e compare voltas repetidas para avaliar a saída observada.

Confira se houve cobertura completa e repita duas voltas em ambos os sentidos. Lacunas podem distorcer a interpretação. Mesmo com cobertura completa, o resultado não distingue desgaste, formato físico e configuração de saída.

Fontes e metodologia

Como medimos a circularidade

Coletamos amostras com raio acima de 0,85, buscando 300 amostras e 95% de cobertura em até 15 segundos. O erro é a amplitude dos raios dividida pela média. Movimento e ajustes afetam o valor, que não mede desgaste diretamente.O artigo específico ainda não foi publicado. Consulte os métodos disponíveis na seção de metodologia.

Veja os métodos

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O diagnóstico combina seis etapas em uma pontuação própria do GPADLAB. Analise cada etapa para investigar sintomas e compare a pontuação em testes repetidos.

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